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Nome: Alberta Marques Fernandes |
Data de Nascimento:
19-01-1968
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Signo:
Capricornio
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Local de nascimento:
Porto
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Resumo: |
Votação:
2.5/5 Estrelas (478 votos)
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de: liliana januario em: 11/02/2011
Bom dia, o meu nome é Liliana Januário, tenho 27 anos e sou mãe de 2 meninas , uma de 6 anos , Yara e outra de 2 anos e meio Maria.
Estou separada do pai da minha filha mais velha, separei-me dele tinha a minha filha 8 meses.
Conhecio na Inglaterra, quando fui para lá com 18 anos, começamos a namorar, e fizemos a nossa vida lá, passado 3 meses de namoro engravidei, e depois disso começaram os mal tratos de parte dele, batia-me mesmo grávida.
A minha filha nasceu e sempre na esperança que ele podesse mudar, fiquem com ele , mas mesmo assim nunca mudou a sua atitude.
Viemos morar para Portugal onde ele tem casa no Cacém, Lisboa. Sempre a ser agredida constantemente. Ele como é de nacionalidade Angolana (Branco) e com a familia toda dele a residir lá, pensamos em ir passar umas férias de natal perto da sua, família essa que sempre me apoio e sempre me isentivaram a acabar com o relaciopnamento porque sabiam que ele não era bom para mim, queriam que ficasse lá na mesma , prometendo-me arranjar trabalho e ajudando-me com minha filha.
Passado 3 meses tive que regressar a Portugal para tratar de papeladas para voltar para Angola, tendo ele ficado lá.
Certo dia a mãe do meu actual companheiro ( o pai da yara ) , telefonou-me a dizer queteria alugado uma casa para mim para quando voltasse, mas no dia seguinte recebi uma mensagem por telefone do pai da minha filha a dize que não precisava de voltar, e, que o nosso relacionamento teria terminado.
Fiquei muito magoada, mas ao mesmo tempo fez-me pensar no futuro da minha filha, e pensar que a minha filha agora iria ter uma vida normal, saudavél, sem ver maus tratos da parte do pai.
Então a minha vida começou a seguir em frente, telefonei para a mãe dele a dizer que já não iria que o nosso relacionamento teria terminado, no qual, a mãe dele ficou muito magoada ,e a ponto de ter posto o filha na rua da casa que supostamente teria alugado.
Passado dias receboço um telefonema do pai de minha filha a dizer para voltar , e que tinhacometido erro em terme deichado, mas como estava contente , por estar em casa dos meus pais, e de não estar a ser constantemente a ser maltratada, decedi em ficar e não o aceitar mais.
Por vingança nunca telefonava a filha, pequena de 8 meses, pode não saber falar mas o simples houvir a voz do pai faria que ela sempre soubesse que tem pai e a voz dele ficaria sempre gravada na sua menória.
Então, ele não ligava , ligava eu, tendo a minha mãe que desistir do telefone porque eu gastava balurdios a telefonar para ele , só para a minha filha poder hovir a voz do pai e sabe que tinha um pai.
Nunca quiz saber da filha, até ao dia em que a Yara já tinha 5 anos e decidi ir pedir pensão de alimentos, no qual, ele veio pedir os seus direitos, direito esses que era estar com a filha nas férias de verão, natal sim, natal não , pascoa e ano novo.
Eu como mãe não autorizei por um simples motivo, conhecer pessoalmente ao conhece só pela voz, vai uma grande diferença.
Então decedi que ela só levaria a filha se primeiro viesse a Portugal e conhecesse a filha, caso contrário a minha filha não iria.
Então o SR. Doutor Juiz marcou uma consulta em Leiria com uma pedopsiquiatra no qual ambos dos pais teriam que estar presentes.
Certo dia 3 dias antes da consulta, chego a casa e pergunto a minha mãe onde estav a Yara, e a minha mãe respondeu, a Yara foi com pai, meu coração quase que parou, sem ter o contacto telefonico dele , fiquem em agonia durante quase 1 hora, apreceu ele com a minha filha, cheio de sacos com roupas , presentes, etc...
Assim até a consulta da pedopsiquiatra chegar foi comprando o amor minha filha com presentes, roupas e fazendo todas as vontade.
Almoçou e jantou em casa da minha mãe , sempre dizendo que estava contente porque iria passar o natal com a filha e que todos os anos teria a filha na sua terra ( Angola) para poder estar com ele.
Então a pedopsiquiatra deceiu que a minha filha deveria passar todos os anos férias com o pai em tempo de férias ecolares.
Então sem grande vontade e com grande receio, fiz o tal papel ( autorização) para que minha filha se pudesse ausentar do país com o pai e passar o natal com ele.
Cometi um grande erro. Ao fazer a autorização pus um mês em vez de 15 dias, mas ele prometeu-que que no dia 26 de Dezembro de 2009 ele madaria minha filha.
No dia 24 de Dezembro telefono a minha filha para lhe desejar um bom natal quando pergunto ao pai dela a quer horas eu tereria que estar no aeroporto para ir buscar minha filha, e ele o que me respondeu foi:
- A passagem foi alterada para dia 12 de Janeiro porque eu teria posto um mês e que se e tivesse dito que ele queria ficar com ela um mês que eu não autorizada, tendo ele então mudado já depois de ter estado em Angola,Luanda.
Enteri em pânico chegando mesmo a ofênde-lo, mas desesperei e não sabia como reagir.
No dia 10 de Janeiro telefono para ela no qual não obtive qualquer resposta, começei então a entrar em pânico e sem saber o que fazer.
No dia 12 de Janeiro ( dia dos meus anos ) recebo uma carta do pai da Yara a dizer que não me a mandava de volta e se quizesse que a teria que ir buscar porque ela não queria voltar.
Até hoje nunca mais tive contacto contacto com a minha, não sei como se econtra.
Ando a tomar anti-depressivos, já não consigo chorar, não tenho vontade de nada.
Nesse dia em que recebi a carta foi a policial fazer queicha, no qual foram precisas 3 agentes para saber qual o nome que deveriam dar ao meu caso, e onde me disseram que teria que aguardar pelo tribunal.
Fizemos cartas para quase tudo, e nada conseguem fazer, a sentença já saiu, onde diz que eu tenho o poder e guarda da minha filha e que o pai só a poder ver em Portugal e teria que avisar com 2 meses de antecedência para poder passar férias.
No Ministério Público já não me aceitam, não me dão infomações sobre como está o caso e dizendo que se quizer saber de alguma coisa, ou, mesmo se soubesse de noticias que a minha advogada teria que fazer por escrito.
Falta o processo crime que acredto que irá durar mais um ano, como durou a sentença para sair 1 ano, e já fez 1 ano no dia 19 de Dezembro que nada sei de minha filha , nem se decidem ir buscar minha filha.
A Embaixada Portuguesa em Angola só pode agir se a minha filha tivesse em condições precárias, o que não é o caso, os Negócios Estrangeiros, nada podem fazer , porque Angola não asinou o acordo da Convenção Haia, ( Protecção de menores noutros paises) , ai o porque de não poderem lá entrar.
Estou desesperada, já não sei o que fazer, este homem está a matar esta filha , eu e os meus pais que me ajudaram a criar a minha filha e que sempre me apoiaram, e a quem devo muito.
Mandei este email, para ver se uma luz se abra, para divulgarem o meu caso, pode ser que alguém me ajude, fiz um grupo no facebook, para ver s conseguia arranjar alguém que me ajude, mas sem sucesso por enquanto, já não sei o que fazer mais, vocês são a minha última luz que me caiu agora.
Por favor ajudem, nem que seja só a publicar , partilhar, ou alguém que me consigar ajudar a ir lá com alguém que me possa proteger , porque o tribunal não me dá protecção para ir buscar a minha filha.
A minha vida foi roubada e sem ela não conseguirem aguentar muito mais, e como se me tirassem o ar que respiro, como se a mina alma estivesse a ser arrancada pouco a pouco, uma filha , um anjo , uma dádiva que Deus me deu, e que neste momento não a tenho, não faz sentido viver se não tenho que me faça viver, sentir viva, sentir que sou importante para alguem, sentir que alguém precisa de mim , nem que seja para ajudar nas minimas coisas e básicas.
Ajudem-me por favor, estou desesperada e já não sei o que fazer mais.
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de: Gaby tem 43 a. e casada . em: 31/08/2010
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